Augusto Ferreira Lima é investigado por fraudes enquanto o Banco Central decreta a liquidação extrajudicial de sua instituição financeira.
O empresário Augusto Ferreira Lima, proprietário do Banco Pleno, tornou-se alvo da nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A ação ocorre simultaneamente à decisão do Banco Central de decretar a liquidação extrajudicial da instituição financeira, medida motivada pelo agravamento das condições financeiras e pelo descumprimento de normas regulatórias. As investigações buscam esclarecer suspeitas de fraudes que teriam sido cometidas sob a gestão de Lima, que também é associado à expansão do cartão de crédito Credcesta, produto que enfrenta apurações por possíveis irregularidades. Além do impacto no setor financeiro, o caso ganha relevância política devido ao histórico de proximidade do empresário com lideranças influentes da Bahia. Com a liquidação em curso, os bens dos controladores e administradores do banco foram tornados indisponíveis para assegurar o andamento das apurações e a proteção do sistema financeiro.
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