Comissão da Câmara aprova proibição de taxa extra para alunos com TDAH
Projeto de lei veda cobranças adicionais em escolas particulares para estudantes com dislexia, TDAH e outros transtornos de aprendizagem.
Pontos principais
- O Projeto de Lei 116/26 impede o repasse de custos de acompanhamento especializado às famílias.
- A medida visa preencher uma lacuna jurídica na Lei 14.254/21 sobre o atendimento inclusivo.
- A proposta reforça diretrizes já estabelecidas pela Lei Brasileira de Inclusão.
- O texto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 116/26, que proíbe instituições de ensino privadas de cobrarem taxas extras para alunos com dislexia, TDAH ou outros transtornos de aprendizagem. A relatora da proposta, deputada Franciane Bayer, afirmou que o texto corrige uma lacuna jurídica na Lei 14.254/21, garantindo que o custo do atendimento especializado não seja repassado às famílias. A medida busca assegurar o direito à educação inclusiva sem ônus financeiro adicional, alinhando-se aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão. Para se tornar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado Federal.
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