O novo tributo sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente exigirá ajustes operacionais e financeiros de indústrias e varejistas.
Com a implementação do Imposto Seletivo, popularmente conhecido como 'imposto do pecado', prevista para 2027, pequenas indústrias e comércios brasileiros enfrentam o desafio de adaptar suas operações. O tributo incidirá sobre produtos considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, cigarros e apostas esportivas. Embora a cobrança ocorra de forma monofásica, concentrada na indústria e nos importadores, o impacto nos custos e na rentabilidade será sentido por toda a cadeia, incluindo o varejo. Para mitigar riscos, empresas devem simular cenários financeiros e revisar contratos de longo prazo. Além disso, a manutenção da regularidade fiscal torna-se um ponto crítico, visto que a falta de comprovação do pagamento do tributo pode resultar em sanções severas, como o perdimento de mercadorias. O setor aguarda agora a definição das alíquotas e a regulamentação detalhada que será votada pelo Congresso Nacional.
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