Representantes do setor produtivo brasileiro intensificaram as negociações no Senado Federal sobre os impactos da PEC que propõe o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Durante os debates, lideranças da CNI, Fiesp e Fiemg argumentaram que o prazo de transição de 14 meses é insuficiente para a adaptação das empresas. Segundo os empresários, a mudança, caso implementada sem contrapartidas, elevará os custos operacionais, pressionando a inflação e prejudicando a competitividade industrial. Além da preocupação com o repasse de preços ao consumidor final, o setor alerta para o risco de demissões e defende a nomeação de um relator sem ambições eleitorais para conduzir o processo com maior neutralidade técnica e diálogo com as organizações.
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