Moraes mantém prisão preventiva de condenados pelo caso Marielle Franco
O ministro do STF negou pedidos de soltura e manteve a custódia dos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes.
Pontos principais
- Alexandre de Moraes indeferiu os pedidos de revogação da prisão preventiva dos réus.
- A decisão determina que a custódia permaneça até o trânsito em julgado das sentenças.
- Domingos Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald de Paula e Robson Calixto seguem detidos no Rio de Janeiro.
- Chiquinho Brazão permanece em prisão domiciliar devido a condições de saúde.
- As penas aplicadas aos condenados variam entre 9 e 76 anos de reclusão.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão preventiva dos condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Em sua decisão, o magistrado ressaltou que não houve alteração no cenário fático que justificasse a revogação das medidas cautelares, reforçando a necessidade da custódia até o trânsito em julgado das sentenças, que aplicaram penas entre 9 e 76 anos de reclusão. Permanecem detidos no sistema prisional do Rio de Janeiro Domingos Brazão, Rivaldo Barbosa, Ronald de Paula e Robson Calixto. O ex-deputado Chiquinho Brazão, por sua vez, segue em regime de prisão domiciliar amparado por questões de saúde. O caso, que envolve acusações de duplo homicídio, tentativa de homicídio e organização criminosa, segue sob monitoramento rigoroso do STF para garantir a execução das penas.
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