O Ibovespa encerrou a semana em queda, atingindo 177.238 pontos, sob forte pressão de um cenário de aversão ao risco global e incertezas políticas domésticas. A volatilidade foi intensificada por dados de inflação nos Estados Unidos, que vieram abaixo das expectativas, e pela escalada do conflito envolvendo o Irã, que elevou o temor de um novo choque inflacionário e pressionou os preços globais de energia. Esse movimento gerou uma liquidação generalizada em ações e títulos, com investidores monitorando de perto como a política monetária americana responderá ao cenário de pressão inflacionária.
Internamente, o mercado brasileiro também sofreu com ruídos políticos e balanços trimestrais decepcionantes de companhias como Cosan e GPA. A fuga de capital estrangeiro, que já soma R$ 6,4 bilhões em maio, reflete a cautela dos investidores diante da instabilidade local e da manutenção de juros elevados. Embora a alta do petróleo tenha oferecido um suporte pontual às ações da Petrobras, o pessimismo predominou nos setores de varejo e bancário, levando gestores a recomendarem maior seletividade na alocação de ativos diante da incerteza macroeconômica.
Times Brasil • 15 mai, 17:52
InfoMoney • 15 mai, 17:45
Financial Times World • 15 mai, 10:33
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