O mercado de trabalho brasileiro apresentou instabilidade no início de 2026, com o IBGE registrando aumento no desemprego em 15 estados. A taxa nacional de desocupação fixou-se em 6,1%, evidenciando disparidades regionais acentuadas: enquanto Santa Catarina manteve o menor índice do país, com 2,7%, o Amapá registrou a maior taxa, atingindo 10%. O levantamento também destacou que a subutilização da força de trabalho alcançou 14,3%, refletindo um contingente significativo de pessoas que não conseguem trabalhar o número de horas desejado ou que desistiram de procurar emprego. A desigualdade de gênero permanece um ponto crítico, com mulheres registrando uma taxa de 7,3% frente aos 5,1% dos homens, além da maior vulnerabilidade enfrentada por trabalhadores com ensino médio incompleto.
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