Desemprego sobe para 6,1% no 1º trimestre de 2026, mas é mínima histórica
A taxa de desocupação no Brasil atingiu 6,1% no primeiro trimestre de 2026, a menor para o período desde 2012, apesar do aumento trimestral no número de desocupados e da redução da informalidade.
Pontos principais
- A taxa de desocupação no Brasil foi de 6,1% no trimestre encerrado em março de 2026, a menor para o período desde 2012.
- O número de pessoas desocupadas aumentou 19,6% em relação ao trimestre anterior, totalizando 6,6 milhões, mas caiu 13% na comparação anual.
- O total de pessoas ocupadas somou 102 milhões, com recuo de 1,0% no trimestre, mas avanço de 1,5% em relação ao ano anterior.
- A taxa de informalidade diminuiu para 37,3% da população ocupada, totalizando 38,1 milhões de trabalhadores informais.
- O rendimento médio habitual atingiu R$ 3.722, o maior valor da série histórica, com aumento de 1,6% no trimestre e 5,5% em um ano.
- A massa de rendimentos totalizou R$ 374,8 bilhões, também no maior nível já registrado.
A taxa de desocupação no Brasil subiu para 6,1% no primeiro trimestre de 2026, conforme dados divulgados. Apesar do aumento de 19,6% no número de pessoas sem trabalho em comparação ao trimestre anterior, totalizando 6,6 milhões, este índice representa a menor taxa para o período desde 2012. O total de ocupados alcançou 102 milhões, registrando um recuo de 1,0% no trimestre, mas um avanço de 1,5% na comparação anual. A taxa de informalidade também apresentou queda, atingindo 37,3% da população ocupada, com 38,1 milhões de trabalhadores informais.
Segundo a coordenadora do IBGE, Adriana Beringuy, a variação é considerada típica para o início do ano, refletindo ajustes sazonais em setores como comércio e educação. Paralelamente, o rendimento médio habitual dos trabalhadores atingiu R$ 3.722, um aumento de 1,6% no trimestre e 5,5% em um ano, marcando o maior valor da série histórica. A massa de rendimentos totalizou R$ 374,8 bilhões, estável no trimestre e 7,1% maior anualmente, também no maior nível já registrado. O número de empregados com carteira assinada no setor privado se manteve estável no trimestre, mas cresceu 1,3% em um ano.
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