O governo brasileiro iniciou uma ofensiva diplomática para reverter a suspensão da importação de carne brasileira pela União Europeia, prevista para 3 de setembro. A restrição decorre de novas exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. Em resposta, o Brasil proibiu as substâncias vetadas, mas autorizou que produtores utilizem seus estoques atuais até outubro de 2026, visando alinhar a produção às normas internacionais e manter a competitividade do setor. O impasse ocorre em um momento sensível para o agronegócio nacional, que busca contornar a exclusão enquanto vizinhos do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, mantêm suas autorizações de exportação para o mercado europeu. Negociações de emergência seguem em curso para evitar impactos econômicos significativos.
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