O Ministério da Saúde confirmou que os sete casos de hantavírus registrados no Brasil em 2026 não possuem vínculo com o surto da variante Andes detectado no cruzeiro MV Hondius, que partiu de Ushuaia. As autoridades sanitárias reforçaram que não há risco para a população brasileira, uma vez que a variante circulante no navio não possui registros de transmissão interpessoal no país. Enquanto o cenário brasileiro mantém as características epidemiológicas habituais, com infecções restritas ao contato com roedores silvestres em zonas rurais, o incidente internacional, que resultou em três mortes, segue monitorado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade reiterou que o surto não configura o início de uma pandemia. Atualmente, o manejo clínico da doença foca no suporte aos sintomas, dado que não existe tratamento específico para o hantavírus.
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