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OMS confirma oito casos de hantavírus em surto no navio MV Hondius

A OMS confirmou oito casos da cepa Andes no navio MV Hondius, com três mortes. EUA não possuem casos ativos, mas mantêm 41 pessoas sob monitoramento.

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Foto: Bloomberg - Markets
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14/05 às 09:37 · atualizado 17:02

Pontos principais

  • O surto no navio MV Hondius contabiliza 11 casos, sendo 8 confirmados, 2 prováveis e 1 inconclusivo.
  • A cepa Andes, identificada no navio, é a única variante do hantavírus com transmissão documentada entre humanos.
  • Foram registradas três mortes e os casos se espalharam por passageiros repatriados para França, Espanha e Estados Unidos.
  • Investigações indicam que a infecção inicial ocorreu por exposição em terra antes do embarque, seguida de transmissão a bordo.
  • O CDC declarou que não há casos ativos de hantavírus nos Estados Unidos no momento.
  • Cerca de 41 pessoas permanecem sob monitoramento nos EUA após contato com passageiros do navio.
  • Autoridades internacionais seguem aplicando medidas de quarentena e rastreamento de contatos para conter a propagação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que o surto de hantavírus no navio de cruzeiro MV Hondius resultou em oito casos confirmados, dois prováveis e um inconclusivo, totalizando 11 ocorrências e três mortes. A análise genética identificou a cepa Andes, a única variante do vírus capaz de ser transmitida entre seres humanos, o que explica a propagação ocorrida em ambiente confinado. Investigações preliminares sugerem que o caso índice foi contraído em terra antes do início da viagem, com a disseminação ocorrendo posteriormente entre os passageiros.

Em resposta, autoridades sanitárias da França, Espanha e Estados Unidos têm monitorado passageiros repatriados. O CDC informou recentemente que não há mais casos ativos da doença em solo americano, após a liberação de um médico que estava sob avaliação. No entanto, 41 pessoas que tiveram contato com passageiros do cruzeiro seguem sob monitoramento preventivo. A OMS mantém uma colaboração estreita com órgãos de saúde da Argentina e do Chile para garantir a contenção total do surto, mantendo protocolos rigorosos de rastreamento de contatos para evitar novos casos em terra firme.

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