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PGR pede a Mendonça para manter prisão de ex-diretores do INSS

A PGR solicitou ao ministro André Mendonça a manutenção da prisão preventiva de ex-dirigentes do INSS, incluindo Alessandro Stefanutto, por desvio de aposentadorias.

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06/05 às 16:07 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • A PGR pediu ao ministro André Mendonça, do STF, a manutenção da prisão preventiva de ex-dirigentes do INSS.
  • Entre os acusados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e outros como Virgílio Antônio Ribeiro e André Paulo Fidélis.
  • Eles são investigados por um esquema de desvio de aposentadorias envolvendo descontos ilegais de filiados à Conafer.
  • O vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand argumenta que os fundamentos para as prisões continuam válidos.
  • A PGR afirma que Stefanutto recebia pagamentos ilícitos e que Virgílio e Fidélis legitimaram e perpetuaram as fraudes.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a manutenção da prisão preventiva de ex-dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entre os alvos do pedido estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador Virgílio Antônio Ribeiro e o ex-diretor de benefícios André Paulo Fidélis.

Os ex-dirigentes são acusados de envolvimento em um esquema de desvio de aposentadorias, que incluía descontos ilegais de filiados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer). O vice-procurador-geral Hindemburgo Chateaubriand argumenta que as condições que justificaram as prisões permanecem inalteradas, afirmando que Stefanutto recebia pagamentos ilícitos e que Virgílio e Fidélis atuaram para legitimar e perpetuar as fraudes em favor da Conafer. As defesas dos acusados, por sua vez, negam as acusações e pedem a liberdade dos investigados, alegando falta de base para as prisões. André Mendonça, relator do caso, deverá decidir sobre os pedidos de revogação, que abrangem um total de 16 alvos da investigação.

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