A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao ministro André Mendonça a manutenção da prisão preventiva de ex-dirigentes do INSS, incluindo o ex-presidente Alessandro Stefanutto, acusados de desviar aposentadorias.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a manutenção da prisão preventiva de ex-dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entre os alvos do pedido estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e outros nomes como Virgílio Antônio Ribeiro e André Paulo Fidélis.
Os ex-dirigentes são acusados de envolvimento em um esquema de desvio de aposentadorias, que incluía descontos ilegais de filiados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares (Conafer). A PGR argumenta que as condições que justificaram as prisões permanecem inalteradas, não havendo motivos para a revogação. As defesas dos acusados, por sua vez, negam as acusações e pedem a liberdade dos investigados. André Mendonça, relator do caso, deverá decidir sobre os pedidos de revogação, que abrangem um total de 16 alvos da investigação.
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