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Reforma Trabalhista: direitos de trabalhadores evoluem desde 2018

Desde 2018, a Reforma Trabalhista de 2017 gerou mudanças significativas em direitos de trabalhadores brasileiros, abrangendo saúde mental, licença-paternidade e negociação coletiva.

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Foto: InfoMoney
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02/05 às 09:04

Pontos principais

  • Norma Regulamentadora 1 (NR-1) obriga empregadores a identificar e controlar riscos psicossociais.
  • STF e TST reconheceram estabilidade de gestantes em contratos temporários, com indenização em caso de término.
  • Licença-paternidade terá aumento gradual para 20 dias até 2029, com pagamento pelo INSS e estabilidade.
  • Trabalho em feriados no comércio passa a depender de negociação coletiva.
  • STF validou acordos coletivos que flexibilizam direitos, desde que não atinjam direitos essenciais, e exigiu intervenção sindical para dispensa em massa.

Desde a implementação da Reforma Trabalhista em 2017, diversos direitos dos trabalhadores brasileiros continuaram a evoluir, com atualizações e decisões judiciais que impactam áreas cruciais. Entre as principais mudanças, a Norma Regulamentadora 1 (NR-1) foi alterada para incluir a obrigatoriedade de empregadores identificarem e controlarem riscos psicossociais, visando a proteção da saúde mental dos empregados. Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) garantiram a estabilidade de gestantes em contratos temporários, assegurando indenização em caso de rescisão.

Outras alterações relevantes incluem o aumento gradual da licença-paternidade para 20 dias até 2029, com pagamento pelo INSS e estabilidade no emprego, e a dependência de negociação coletiva para o trabalho em feriados no comércio. O STF também validou acordos coletivos que flexibilizam direitos trabalhistas, desde que não atinjam direitos essenciais, e estabeleceu a necessidade de intervenção sindical prévia para dispensas em massa. O teletrabalho ganhou regras mais claras e a proibição do trabalho insalubre para gestantes e lactantes foi restabelecida pelo STF.

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