A esquerda brasileira aproveitou as celebrações do 1º de Maio para intensificar as críticas ao Congresso Nacional e tentar vincular a derrubada do veto ao Projeto de Lei da Dosimetria ao escândalo envolvendo o Banco Master. Expoentes da esquerda e ex-integrantes do governo utilizaram a data para discursos políticos, em um movimento que reforça o discurso eleitoral do grupo.
Essa ação ocorre em um contexto de recentes derrotas do governo Lula no Legislativo, buscando capitalizar sobre a insatisfação e direcionar o foco para o Congresso. A associação com o caso do Banco Master visa criar uma narrativa de ilegitimidade em relação às decisões parlamentares, especialmente a derrubada do veto presidencial.
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