Os movimentos de esquerda realizaram atos fragmentados no 1º de maio, marcados pela ausência do presidente Lula. Essa fragmentação ocorre em um contexto de derrotas do governo Lula no Congresso Nacional na semana anterior, o que intensifica a pressão sobre o Legislativo. O principal apelo dos movimentos é o fim da escala de trabalho 6x1, buscando dobrar a pressão sobre os parlamentares para aprovação da medida.
A mobilização também reflete um embate político mais amplo, especialmente após o veto a Messias, indicando uma estratégia de reforçar as demandas sociais diretamente ao Congresso. A ausência de uma figura central como Lula nos atos sugere uma mudança na dinâmica de articulação da esquerda, que agora busca fortalecer suas pautas através da pressão popular e legislativa.
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