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Petróleo Brent oscila após atingir US$ 112 com tensões entre EUA e Irã

O preço do petróleo Brent oscila após superar US$ 112 o barril, impulsionado por incertezas geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, enquanto mercados globais apresentam desempenho misto.

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Foto: G1 Mundo
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01/05 às 07:01 · atualizado 10:08

Pontos principais

  • O petróleo Brent atingiu US$ 112,43 por barril, com alta de 1,84% no pico da madrugada, mas recuou para US$ 110,17.
  • A oscilação ocorre após dois dias de forte alta, impulsionada pela escalada das tensões entre EUA e Irã.
  • Discussões sobre o Estreito de Ormuz e a capacidade nuclear iraniana contribuem para a volatilidade dos preços.
  • Mercados globais tiveram desempenho misto, com bolsas europeias em queda e asiáticas em alta devido ao feriado do Dia do Trabalhador.
  • Nos EUA, os mercados subiram, impulsionados por resultados positivos de grandes empresas de tecnologia.

O preço do petróleo Brent tem oscilado após atingir US$ 112,43 por barril, impulsionado pelas crescentes tensões entre Estados Unidos e Irã. Após dois dias de forte alta, o valor do barril registrou um pico de 1,84% na madrugada, mas recuou para US$ 110,17. A incerteza sobre um possível cessar-fogo e a manutenção das capacidades nucleares iranianas pressionam o governo dos EUA, que avalia alternativas para garantir a segurança do Estreito de Ormuz, uma rota marítima crucial para o transporte de petróleo. Essa conjuntura geopolítica tem um impacto direto nos mercados de energia, elevando os custos do petróleo e gerando volatilidade.

Enquanto isso, os mercados globais apresentaram um desempenho misto. Bolsas europeias registraram queda e as asiáticas tiveram alta, em um dia de feriado do Dia do Trabalhador na maioria dos mercados. Nos Estados Unidos, onde não houve feriado, os mercados acionários subiram, impulsionados por resultados financeiros positivos de grandes empresas como Alphabet, Meta e Microsoft. No entanto, dados econômicos americanos recentes indicam uma desaceleração no início do ano e um avanço da inflação, embora os pedidos de seguro-desemprego tenham diminuído.

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