O preço do petróleo Brent registrou alta superior a 3%, superando a marca de US$ 99 por barril, em resposta à intensificação de ataques militares dos Estados Unidos contra alvos iranianos. A ofensiva, classificada por Washington como uma medida de autodefesa, elevou a tensão no Estreito de Ormuz e gerou reflexos imediatos no mercado financeiro. No Brasil, o dólar abriu o dia em alta, cotado a R$ 5,0210, impulsionado pela busca por segurança diante da instabilidade geopolítica. Analistas em Tóquio e Sydney destacaram a crescente incerteza sobre o fornecimento global de energia, enquanto o governo do presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio, monitoram as negociações diplomáticas que seguem sem um acordo definido.
A situação frustra expectativas de avanços diplomáticos e pressiona as projeções de inflação, com investidores voltados para a divulgação do índice PCE, principal indicador monitorado pelo Federal Reserve. Paralelamente ao cenário externo, o mercado doméstico brasileiro também mantém atenção a pautas legislativas, como o adiamento da votação da jornada de trabalho 6x1 no Senado. Apesar da volatilidade, os futuros das bolsas americanas buscam estabilidade, com os investidores equilibrando o risco de oferta de commodities com a expectativa por novos dados econômicos que definirão os próximos passos da política monetária global.
G1 - Economia • 26 mai, 09:00
Bloomberg - Markets • 26 mai, 08:16
Times Brasil • 26 mai, 07:57
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