O mercado global de energia mantém forte volatilidade, com o preço do petróleo Brent consolidado acima da marca de US$ 110 por barril. Na sessão de segunda-feira, a commodity atingiu US$ 111,99, uma valorização de 2,5% em relação ao fechamento anterior, marcando o maior patamar desde o final de março. A alta é impulsionada pela intensificação das tensões entre Washington e Teerã, após o presidente Donald Trump sinalizar a possibilidade de ações militares e convocar uma reunião de segurança nacional. O temor de um bloqueio no Estreito de Ormuz e possíveis ataques a infraestruturas energéticas elevaram a preocupação com a segurança do fornecimento global, gerando um cenário de aversão ao risco que impacta as bolsas internacionais e os rendimentos de títulos públicos. Em meio a esse contexto, ministros do G7 reúnem-se em Paris para avaliar os desdobramentos da crise. Enquanto o setor de energia se beneficia da valorização da commodity, outros segmentos enfrentam pressão; a Ryanair, por exemplo, embora tenha reportado lucro de 2,3 bilhões de euros, alertou para riscos operacionais decorrentes da alta nos custos de combustível. O rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos subiu para 4,63%, refletindo a busca dos investidores por ativos de segurança diante da incerteza geopolítica.
Folha de São Paulo - Mercado • 18 mai, 09:39
Times Brasil • 18 mai, 07:34
G1 - Economia • 18 mai, 02:00
15 mai, 17:04
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