O Irã anunciou que a reabertura do Estreito de Ormuz para navios comerciais está condicionada ao fim definitivo da guerra com os Estados Unidos e Israel, além do respeito aos protocolos de segurança iranianos. A declaração foi feita pelo vice-ministro da Defesa do Irã, brigadeiro-general Reza Talaei-Nik, em resposta aos ataques de EUA e Israel contra o território iraniano, iniciados em fevereiro. O porta-voz do Exército iraniano, Mohammad Akraminia, reiterou que o Irã ainda considera o conflito como um estado de guerra e alertou para respostas mais duras em caso de novos ataques.
Em contraste, o presidente Trump alegou que o Irã informou os EUA sobre um "estado de colapso" e o desejo de reabrir o Estreito de Ormuz rapidamente. A base para os comentários de Trump não está clara, e o Irã não confirmou essa disposição. A afirmação de Trump surge dias após uma proposta iraniana para reabrir o estreito e suspender o bloqueio, adiando as negociações nucleares. Trump discutiu a proposta com sua equipe de segurança nacional, mas não se mostrou inclinado a aceitá-la devido ao adiamento das negociações sobre o programa nuclear iraniano. O Estreito de Ormuz é uma rota marítima crucial para o transporte global de petróleo e gás, e as tensões atuais já resultaram na redução do fluxo de embarcações.
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