Paulo Zampolli, enviado especial do presidente Donald Trump, propôs à Fifa a substituição da seleção do Irã pela Itália na Copa do Mundo de 2026. A sugestão, reportada pelo Financial Times e divulgada em entrevistas, foi feita diretamente ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. A iniciativa de Zampolli, que já foi casado com uma brasileira deportada pelo ICE, levanta questões sobre a influência política no esporte e as implicações nas relações internacionais.
A proposta gerou reações negativas na Itália, com autoridades como o ministro do Esporte Andrea Abodi e o presidente do Comitê Olímpico Luciano Buonfiglio classificando-a como "inoportuna" e uma "ofensa", especialmente porque a Itália não se classificou para o torneio pela terceira vez consecutiva. A participação do Irã no Mundial foi questionada devido à guerra com os Estados Unidos, com seus jogos da fase de grupos programados para território norte-americano. A ideia de Zampolli também visaria reaproximar Trump do eleitorado ítalo-americano e retomar relações com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
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