A Copa do Mundo é o principal torneio de futebol do mundo, reunindo seleções nacionais de diversos países. A edição de 2026 segue a tradição de aprimoramento das condições e premiações para os participantes. A FIFA, como entidade organizadora, tem a responsabilidade de definir a estrutura do torneio, incluindo os valores de premiação. Para 2026, foi anunciado um aumento nos prêmios destinados às seleções, refletindo um esforço contínuo para valorizar a participação no evento. No entanto, o histórico de pagamentos da FIFA mostra que os clubes que cedem jogadores para o torneio recebem uma fatia maior dos recursos financeiros em comparação com as próprias seleções nacionais que competem.
Adicionalmente, visando facilitar a presença de torcedores internacionais, foi estabelecido um programa de prioridade para o agendamento de entrevistas de visto de turismo para os Estados Unidos. Este programa, conhecido como FIFA Pass, permite que torcedores com ingressos oficiais tenham acesso prioritário ao processo de visto, embora a posse do ingresso ou do FIFA Pass não garanta a aprovação do visto.
O torneio de 2026 ocorre em um cenário de crescentes tensões geopolíticas globais, com um dos países-sede, os Estados Unidos, envolvido em controvérsias e ameaças políticas por parte do então presidente Donald Trump em relação a países como Groenlândia, Canadá e México (também país-sede). Em meio a esse contexto, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, enfatizou a importância do evento como um elemento de união global, afirmando que "o mundo necessita de união, de alegria". Ex-jogadores como Ronaldo, campeão mundial, expressaram otimismo de que as questões geopolíticas não prejudicarão o ambiente pacífico e celebratório da Copa do Mundo.