O Irã anunciou que não participará da Copa do Mundo de 2026, citando o conflito em andamento com os EUA e o assassinato de seu líder supremo, Ali Khamenei.
O Irã anunciou sua desistência da Copa do Mundo da Fifa de 2026, citando o conflito em andamento com os Estados Unidos e o assassinato de seu líder supremo, Ali Khamenei, por forças dos EUA e Israel. A decisão foi comunicada pelo ministro do Esporte iraniano, Ahmad Donyamali, apesar de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter garantido ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, que a seleção iraniana teria permissão para participar do torneio.
Autoridades iranianas haviam expressado dúvidas sobre a participação do país devido às tensões políticas e à insegurança, especialmente em cidades com grandes comunidades iranianas como Los Angeles, onde o Irã tinha jogos programados. A Fifa, por sua vez, havia enfatizado o papel unificador da Copa do Mundo e monitorava a situação, mas a situação atual adiciona um desafio significativo à organização do torneio, já marcado por questões como atrasos nas preparações e tensões entre os países anfitriões. Críticos argumentam que a Fifa falha em manter a neutralidade e em sancionar países por ações geopolíticas.
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