Paolo Zampolli, enviado especial para assuntos globais no governo de Donald Trump, causou polêmica ao proferir declarações ofensivas sobre mulheres brasileiras em uma entrevista à emissora italiana RAI. Zampolli referiu-se a elas como uma "raça maldita programada para confusão" enquanto comentava sua relação com a ex-esposa brasileira, Amanda Ungaro, com quem foi casado por quase 20 anos e tem um filho de 15 anos. Ele também proferiu xingamentos contra uma amiga de Amanda, chamando-a de "puta brasileira" e "vaca".
As declarações surgem em meio a uma disputa pela guarda do filho e acusações de abuso sexual e agressões feitas por Ungaro contra Zampolli, as quais ele nega. Ungaro foi detida e deportada dos Estados Unidos por fraude, após ter seu visto vencido. Zampolli foi acusado de influenciar politicamente a deportação de Amanda Ungaro, mas o Departamento de Segurança Interna negou qualquer influência política, afirmando que a deportação ocorreu por visto vencido e acusação de fraude. Zampolli, conhecido por sua proximidade com Trump e por ter apresentado Melania Knauss ao presidente, foi nomeado para o cargo de enviado especial para assuntos globais em março de 2025, atuando na interlocução internacional do governo.
G1 Mundo • 24 abr, 10:00
InfoMoney • 24 abr, 09:49
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