O Congresso Nacional discute ativamente quatro propostas legislativas que visam alterar a jornada de trabalho atual, focando no fim da escala 6x1. Entre as iniciativas, destacam-se a PEC 8/2025 e a proposta de Reginaldo Lopes na Câmara, e a PEC 148/2015 no Senado, que já está em estágio avançado. Contudo, o projeto de lei enviado pelo governo federal, que estabelece uma jornada de 40 horas semanais (5x2) e inclui trabalhadores domésticos, é considerado o mais propenso a uma tramitação rápida devido à sua urgência constitucional.
Apesar das PECs serem o instrumento adequado para alterações constitucionais, a vontade política e a urgência atribuída ao PL do governo podem acelerar sua aprovação. Enquanto sindicatos defendem a mudança para melhorar a saúde e o bem-estar dos trabalhadores, o setor produtivo expressa preocupação com possíveis impactos econômicos negativos, como queda do PIB, aumento de custos e crescimento da informalidade.
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