O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta um período de tensão interna e externa após críticas direcionadas ao ministro Edson Fachin. A controvérsia surgiu devido à suposta demora de Fachin em divulgar uma nota oficial sobre o relatório da CPI do Crime Organizado, que recomendava o indiciamento dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Colegas de tribunal expressaram descontentamento com a gestão da situação, enquanto interlocutores de Fachin argumentam que sua atuação visava evitar uma escalada na crise entre o Judiciário e o Legislativo, buscando uma solução institucional em conversas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A situação se agrava com a preocupação do presidente Lula em relação à ação movida por Gilmar Mendes contra o senador Alessandro Vieira, autor do relatório da CPI. O governo teme que esse conflito possa impactar a sabatina de Jorge Messias e espera que o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, arquive o pedido de Mendes para desarmar a crise e restabelecer a harmonia entre os poderes.
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