O Hezbollah retomou os ataques com foguetes contra Israel, alegando que a ação é uma resposta à agressão israelense-americana e em defesa do Líbano. Esta escalada ocorre após Israel negar que o Líbano esteja incluído no acordo de cessar-fogo e intensificar suas operações militares na região, que resultaram em mais de 300 mortes e 1 milhão de deslocados no Líbano. Israel justifica os bombardeios como resposta a foguetes disparados pelo Hezbollah em solidariedade ao Irã. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que negociações diretas com o Líbano ocorrerão, mas os ataques não serão interrompidos. O Exército israelense afirmou ter matado Ali Yusuf Harshi, secretário pessoal e sobrinho do líder do Hezbollah, Naim Kassem.
O Irã ameaça romper o cessar-fogo devido aos bombardeios no Líbano, e ataques iranianos persistem no Golfo e em Israel, mesmo após o anúncio de uma trégua, gerando incerteza sobre a efetividade do cessar-fogo. O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu a Israel para reduzir os ataques no Líbano, visando um acordo de cessar-fogo com o Irã e expressou otimismo sobre um acordo, mantendo tropas americanas na região. Países europeus e a União Europeia pressionam pela inclusão do Líbano no cessar-fogo para estabilizar a região.
A delegação iraniana cancelou a viagem a Islamabad para negociações com os EUA, indicando instabilidade nas conversas. Negociações entre Israel e Líbano estão previstas para Washington, DC, mas o Hezbollah rejeita conversas diretas sem um cessar-fogo prévio. O Estreito de Ormuz permanece com baixa circulação, com o Irã condicionando sua reabertura ao fim dos bombardeios no Líbano.
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