O conflito Israel-Líbano, uma série de tensões e confrontos, viu Israel tomar controle territorial no sul do Líbano em março de 2026, designando-o como "zona defensiva". Em abril de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de dez dias, elogiado pelo primeiro-ministro libanês, mas com o Hezbollah condicionando sua aceitação à retirada israelense. Horas após o início da trégua, o Exército libanês acusou Israel de violá-la com bombardeios, enquanto Israel não se pronunciou sobre as acusações e afirmou manter tropas na região, gerando incertezas sobre a efetividade do acordo.
O conflito Israel-Líbano refere-se à série de tensões e confrontos militares entre Israel e o Líbano, bem como atores não estatais libaneses. Recentemente, em março de 2026, Israel anunciou a tomada de controle territorial no sul do Líbano, estendendo-se até o rio Litani, designando-o como uma "zona defensiva". Em 16 de abril de 2026, um cessar-fogo de dez dias foi anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, com o objetivo de encerrar o conflito, e foi elogiado pelo primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam. Trump comunicou o acordo após conversas com o presidente libanês Joseph Aoun e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. A mídia israelense reportou que ministros do gabinete receberam a notícia com surpresa e que Netanyahu teria concordado a pedido de Trump, gerando críticas da oposição. A trégua foi uma exigência do Irã para a continuidade das negociações com os EUA. No entanto, o Hezbollah declarou que só aceitaria o cessar-fogo se as tropas israelenses se retirassem do sul do Líbano, afirmando que a presença militar israelense justificaria o "direito de resistir". Fontes do Exército israelense, por sua vez, indicaram que não havia planos para a retirada dos militares, mesmo com o cessar-fogo. Apesar do anúncio envolver o governo libanês, o Hezbollah, um grupo com influência política e militar, opera de forma independente. Representantes de Israel e Líbano se reuniram em Washington pela primeira vez desde 1983, antes do anúncio do cessar-fogo. O presidente libanês, Josephe Aoun, recusou-se a conversar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, embora Trump tenha expressado a intenção de convidar ambos os líderes para uma reunião na Casa Branca.
Horas após o início do cessar-fogo, em 16 de abril de 2026, o Exército do Líbano acusou Israel de violar a trégua, alegando que forças israelenses bombardearam vilarejos no sul do país. A agência estatal do Líbano também reportou que a artilharia israelense continuou atingindo áreas no sul após o início do cessar-fogo. As Forças de Defesa de Israel não se pronunciaram sobre as acusações. Pouco antes da trégua, Israel e o Hezbollah trocaram ataques, com foguetes lançados do Líbano contra o norte de Israel e resposta israelense a lançadores. O acordo de cessar-fogo já enfrentava incertezas, com o Hezbollah condicionando seu cumprimento à interrupção dos ataques israelenses e Netanyahu afirmando que o pacto não previa a retirada de tropas do sul do Líbano.
As relações entre Israel e Líbano têm sido marcadas por décadas de instabilidade e conflitos. Em 25 de março de 2026, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, anunciou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) haviam estabelecido controle sobre uma faixa de território no sul do Líbano, chegando até o rio Litani. Katz descreveu essa ação como a criação de uma "zona defensiva" para proteger a segurança de Israel. Paralelamente, o ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, defendeu a anexação formal dessa área, indicando uma escalada nas intenções israelenses em relação ao território libanês. Em 16 de abril de 2026, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um cessar-fogo de dez dias entre Israel e Líbano, que foi elogiado pelo primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam. Este acordo foi resultado de conversas entre Trump, o presidente libanês Joseph Aoun e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, e foi uma exigência do Irã para a continuidade das negociações com os EUA. Representantes de Israel e Líbano também se reuniram em Washington pela primeira vez desde 1983. No entanto, o Hezbollah declarou que só aceitaria o cessar-fogo se as tropas israelenses se retirassem do sul do Líbano, afirmando que a presença militar israelense concederia ao Líbano o direito de resistir. O parlamentar do Hezbollah, Ibrahim al-Musawi, afirmou que o grupo respeitaria o acordo se os ataques israelenses cessassem. Fontes do Exército israelense, por sua vez, indicaram que não havia planos para a retirada dos militares de Israel que ocupam o sul do Líbano. A mídia israelense reportou que ministros do gabinete receberam a notícia do cessar-fogo com surpresa, e que Netanyahu teria concordado a pedido de Trump, gerando críticas da oposição. O deputado libanês Hassan Fadlallah, integrante do braço político do Hezbollah, já havia condicionado o cumprimento do cessar-fogo à interrupção dos ataques de Israel. O governo libanês informou que o presidente Josephe Aoun se negou a falar com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, apesar dos esforços de Trump para mediar um encontro na Casa Branca, o que seria o primeiro entre líderes dos dois países em três décadas. Apesar do anúncio envolver o governo libanês, o Hezbollah, um grupo com influência política e militar, opera de forma independente. Horas após o início da trégua, às 18h de 16 de abril de 2026, o Exército do Líbano acusou Israel de violar o cessar-fogo, alegando que forças israelenses bombardearam vilarejos no sul do país. A agência estatal do Líbano também relatou que a artilharia israelense continuou atingindo áreas no sul após o início do cessar-fogo. As Forças de Defesa de Israel não se pronunciaram sobre as acusações. Antes da trégua, Israel e o Hezbollah trocaram ataques, com foguetes lançados do Líbano e resposta israelense a lançadores. O acordo enfrentava incertezas, com o Hezbollah condicionando o cumprimento à interrupção dos ataques e Netanyahu afirmando que não previa retirada de tropas.
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