Governo Lula avalia aporte de R$ 2 bi no FGI para ampliar crédito
O governo Lula estuda injetar até R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) e flexibilizar regras para expandir o acesso a crédito e facilitar a renegociação de dívidas para micro, pequenas e médias empresas.
Pontos principais
- O governo Lula avalia um aporte de até R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).
- A medida visa ampliar o acesso a crédito e estimular a renegociação de débitos para empresas.
- A iniciativa será implementada por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) do BNDES.
- Empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões, incluindo micro, pequenas e médias, serão beneficiadas.
- O plano prevê o alongamento do prazo das operações de crédito de até 7 para até 10 anos e a remoção da taxa do Encargo por Concessão de Garantia (ECG) para empresas que renegociarem dívidas.
O governo Lula está avaliando a injeção de até R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), com o objetivo de expandir o acesso a crédito e facilitar a renegociação de dívidas para micro, pequenas e médias empresas no Brasil. A proposta, que será operacionalizada através do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) do BNDES, busca impulsionar a economia ao oferecer melhores condições financeiras para o setor produtivo.
Entre as principais mudanças propostas, está o alongamento do prazo das operações de crédito de até 7 para até 10 anos. Além disso, a taxa do Encargo por Concessão de Garantia (ECG) será removida para empresas que renegociarem seus débitos, e o governo pretende expandir as finalidades do crédito, permitindo que os recursos sejam utilizados para quitar outras dívidas. Empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões serão elegíveis para os benefícios.
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