CPI do Crime Organizado no Senado não será prorrogada
A CPI do Crime Organizado no Senado Federal não terá seus trabalhos estendidos, conforme decisão do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Pontos principais
- A CPI do Crime Organizado do Senado não será prorrogada, apesar do pedido do relator Alessandro Vieira.
- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, justificou a decisão pela proximidade do calendário eleitoral.
- O relator Alessandro Vieira criticou a não prorrogação, afirmando que impede a apuração de crimes graves.
- A CPI investigava a atuação de facções criminosas e a infiltração por corrupção em poderes públicos, incluindo o caso do Banco Master.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado Federal não terá seus trabalhos prorrogados. A decisão foi confirmada pelo relator da CPI, senador Alessandro Vieira, após determinação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Vieira havia solicitado uma extensão de 60 dias para continuar as investigações sobre a infiltração criminosa em instâncias públicas e o caso do Banco Master, mas o pedido foi negado.
Alcolumbre justificou a não prorrogação pela proximidade do calendário eleitoral. O senador Vieira criticou a decisão, classificando-a como um desserviço ao país, pois impede a apuração de crimes de alta gravidade. Ele destacou que o Banco Master era, na verdade, uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro, estelionato e corrupção. A CPI tinha como foco principal a atuação e expansão de facções criminosas e a corrupção em diversos poderes.
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