A CPI do Crime Organizado está na reta final, com prazo para encerrar os trabalhos em 14 de abril, e a prorrogação é considerada improvável devido à resistência no Congresso.
A CPI do Crime Organizado se aproxima do fim de seus trabalhos, com prazo final estabelecido para 14 de abril. O relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), tem buscado negociar a prorrogação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). No entanto, a extensão da CPI enfrenta forte resistência no Congresso, principalmente devido ao ano eleitoral e ao acúmulo de pedidos de outras comissões que aguardam instalação.
Fontes próximas a Alcolumbre indicam que a prorrogação é considerada improvável, em um movimento para evitar o surgimento de novas investigações. Embora a possibilidade de judicialização para forçar a continuidade de CPIs seja discutida, como ocorreu na CPI da Covid, Vieira descarta recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para este caso, apesar de já ter feito isso para a instalação da "CPI da Toga". As sessões recentes da CPI do Crime Organizado têm sido esvaziadas, com depoimentos de menor impacto, dificultando o avanço das investigações.
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