O senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, solicitou a prorrogação dos trabalhos por 60 dias para análise de documentos e depoimentos, incluindo investigações sobre o Banco Master e o BRB.
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), protocolou um pedido para estender os trabalhos da comissão por mais 60 dias. A solicitação, que conta com o apoio de 28 senadores, incluindo o presidente da CPI, Fabiano Contarato (PT-ES), visa permitir tempo adicional para a análise de um "volume monumental" de documentos e o cruzamento de dados. A decisão final sobre a prorrogação cabe ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A CPI, que foi instalada em novembro e tem prazo final previsto para 14 de abril, busca apurar a atuação de organizações criminosas no país. A prorrogação é considerada essencial para que a comissão possa concluir um diagnóstico abrangente sobre facções e milícias, além de realizar depoimentos importantes de governadores e secretários de segurança. Depoimentos de Ibaneis Rocha, André Garcia, Roberto Campos Neto e Gabriel Galípolo estão agendados para esta semana, com foco em operações financeiras ligadas ao Banco Master e questionamentos a Ibaneis Rocha sobre decisões envolvendo o BRB e sua relação com o caso Master. Roberto Campos Neto foi novamente convocado após ausência anterior.
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