A Procuradoria-Geral da República manifestou-se a favor de eleições diretas para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro, um dia antes do julgamento do STF.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se a favor da realização de eleições diretas para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. A decisão da PGR ocorre um dia antes do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que definirá se o pleito será direto, por voto popular, ou indireto, realizado pela Assembleia Legislativa. O governo do estado está atualmente sob a gestão do desembargador Ricardo Couto, que assumiu após a renúncia de Cláudio Castro.
A renúncia de Castro ocorreu um dia antes de seu mandato ser cassado e sua inelegibilidade declarada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ministros do STF, incluindo Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flavio Dino e Cristiano Zanin, têm defendido a eleição direta, argumentando que a renúncia de Castro pode ter sido uma manobra para manter seu grupo político no poder, conforme questionado pelo PSD do Rio em uma ação contra a decisão do TSE de eleição indireta.
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