O Conselho de Segurança da ONU rejeitou uma resolução que previa o uso da força para reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã. A medida, proposta pelo Bahrein, foi vetada pela China e pela Rússia, membros permanentes do conselho, que se opuseram à autorização para que países utilizassem "todos os meios defensivos necessários" para proteger a navegação comercial na região. O Irã agradeceu publicamente a China e a Rússia pelo veto, considerando a decisão uma defesa da Carta da ONU e um impedimento à legitimação de ações dos EUA.
Os embaixadores da Rússia e China criticaram a resolução por ser unilateral, alegando que o texto era desequilibrado e não abordava as causas profundas do conflito, como os ataques dos EUA e Israel ao Irã, prometendo apresentar uma alternativa. Os Estados Unidos, por sua vez, defenderam a resolução, acusando o Irã de atacar navios e minar a rota marítima, e criticaram o veto russo e chinês por "paralisar" o Conselho de Segurança. A rejeição da resolução coincide com um ultimato do presidente Donald Trump para o Irã reabrir o estreito, com ameaças de consequências graves, em um cenário de intensificação da ofensiva militar no Oriente Médio.
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