Rússia, China e França vetaram autorização de força; reunião de 40 países não chegou a acordo concreto.
Mais de 40 países e organizações internacionais participaram de reunião virtual liderada pela chanceler britânica Yvette Cooper para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. Apesar de pedir a "reabertura imediata e incondicional", os participantes não chegaram a acordo concreto, discutindo sanções e pressão diplomática sem definir ações.
Separadamente, Rússia, China e França vetaram resolução do Conselho de Segurança da ONU, proposta pelo Bahrain e apoiada por países do Golfo, que autorizaria "medidas defensivas" para garantir liberdade de navegação. As três nações citaram "oposição principiada a qualquer linguagem que autorize força". O veto efetivamente permite que o Irã continue restringindo o fluxo de petróleo e mercadorias pelo estreito estratégico.
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