China e Rússia vetaram uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que propunha escoltas navais para desobstruir o Estreito de Ormuz, em meio a ameaças dos EUA.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas rejeitou uma resolução que buscava estabelecer uma coalizão internacional para coordenar escoltas navais no Estreito de Ormuz. A proposta, apresentada pelo Bahrein, tinha como objetivo desobstruir a importante rota marítima e garantir a segurança da navegação, mas foi vetada pela China e pela Rússia, membros permanentes do conselho.
O veto ocorreu horas antes do prazo estabelecido pelo presidente Donald Trump para o Irã reabrir o estreito, sob ameaça de ataques aéreos. A Rússia, aliada do Irã, justificou o veto afirmando que a resolução prejudicaria as negociações e estabeleceria um precedente perigoso, temendo que pudesse legitimar ações militares. O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, criticou o Irã, comparando o fechamento do estreito à crise dos reféns de 1979. Os preços globais de energia dispararam desde que o Estreito de Ormuz foi fechado em fevereiro, após ataques dos EUA e Israel.
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