Trump confirma caça F-15 dos EUA derrubado no Irã e diz: "Estamos em guerra"
Um caça F-15E dos EUA foi derrubado no Irã, com um tripulante resgatado e outro desaparecido. Donald Trump confirmou o ataque, mas afirmou que negociações continuarão, declarando "Estamos em guerra".
Pontos principais
- Um caça F-15E dos EUA foi derrubado no espaço aéreo iraniano, marcando a primeira perda confirmada de um caça americano em combate.
- Um dos dois tripulantes do F-15E foi resgatado, enquanto a busca pelo segundo está em andamento; Trump se recusou a comentar as operações de busca.
- Donald Trump confirmou o ataque, mas garantiu que as negociações com o Irã continuarão, afirmando: "Isto é guerra. Estamos em guerra".
- Uma segunda aeronave da Força Aérea dos EUA, um A-10 Warthog, também caiu no Golfo Pérsico, próximo ao Estreito de Ormuz, com o piloto resgatado.
- O Exército iraniano declarou ter derrubado dois aviões de combate dos EUA, modelos F-15E e A-10, e que o A-10 Thunderbolt II foi alvo de um ataque de sua rede de defesa aérea.
- Ataques iranianos miraram instalações de energia nos Emirados Árabes Unidos e Kuwait, horas após ameaças do presidente Donald Trump.
- Helicópteros militares que participavam das buscas pelo tripulante do F-15E foram atingidos por disparos iranianos, segundo a NBC News.
- O Irã afirmou ter abatido um caça F-35 norte-americano, declarando que a aeronave foi "completamente destruída" e a sobrevivência do piloto "improvável".
- O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, ironizou a estratégia dos EUA após a queda do caça, alfinetando Donald Trump.
- O incidente ocorre em meio a uma escalada de hostilidades que já dura cinco semanas e causou uma crise global de energia.
Um caça F-15E dos Estados Unidos foi derrubado no espaço aéreo iraniano, conforme informaram autoridades americanas e a agência iraniana Tasnim, elevando significativamente as tensões militares e diplomáticas entre os dois países. Este incidente marca a primeira perda confirmada de um caça americano em combate. Militares dos EUA conseguiram resgatar um dos dois tripulantes da aeronave, e uma operação de busca e salvamento de alto risco está em andamento para localizar o segundo. O presidente Donald Trump confirmou o ataque, mas garantiu que as negociações com o Irã continuarão, afirmando à NBC News que a queda do jato não afeta as tratativas e que "Isto é guerra. Estamos em guerra". Trump recusou-se a comentar as operações de busca e resgate, enquanto helicópteros militares que participavam das buscas foram atingidos por disparos iranianos, segundo a NBC News.
Além da derrubada do F-15E, uma segunda aeronave da Força Aérea dos EUA, um A-10 Thunderbolt II, também caiu no Golfo Pérsico, próximo ao Estreito de Ormuz. O Exército iraniano declarou ter derrubado dois aviões de combate dos EUA, modelos F-15E e A-10, sobrevoando o território iraniano, e que o A-10 foi alvo de um ataque de sua rede de defesa aérea. Fontes militares confirmaram a queda, embora o CENTCOM não tenha se pronunciado publicamente. O piloto do A-10 foi resgatado após a queda. A perda em combate de um caça dos EUA representa um golpe para a aliança e as perspectivas de um acordo de paz. Em resposta, o Irã afirmou ter abatido um caça F-35, declarando que a aeronave foi "completamente destruída" e a sobrevivência do piloto "improvável". A agência iraniana Tasnim e a mídia estatal divulgaram ter derrubado aeronaves americanas, alegações que foram negadas pelo Comando Central dos EUA. O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, ironizou os Estados Unidos após o Irã abater um caça F-35 norte-americano, relacionando o incidente às declarações anteriores de Donald Trump sobre ter derrotado o Irã e sugerindo que os EUA pediram ajuda no resgate dos pilotos.
A escalada das hostilidades, que já dura cinco semanas, foi intensificada por ataques iranianos a instalações de energia nos Emirados Árabes Unidos e Kuwait, ocorridos horas após ameaças do presidente Trump. A Arábia Saudita também relatou a interceptação de múltiplos drones. O Estreito de Ormuz permanece bloqueado, gerando uma crise energética global e pressão internacional para sua reabertura. O Irã mantém um tom desafiador, com o chanceler Abbas Araghchi afirmando que ataques não forçarão o país a ceder, e a agência Fars informou que o Irã rejeitou uma proposta de cessar-fogo de 48 horas dos EUA na quarta-feira anterior. Trump oscila entre diplomacia e ameaças de ataques a infraestruturas civis iranianas, enfrentando pressão interna devido aos preços da gasolina.
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