O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a gestão econômica do governo, negando que o aumento do gasto público seja o principal responsável pelo crescimento da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), atribuindo o endividamento à taxa de juros e fatores geopolíticos.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que o aumento do gasto público seja o principal fator para o crescimento da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que subiu de 78,7% para 79,2% do PIB entre janeiro e fevereiro. Durigan atribuiu o endividamento à taxa de juros elevada, influenciada por fatores geopolíticos e pela volatilidade cambial, e não ao excesso de gastos do governo. Ele defendeu a gestão econômica, citando a redução estrutural do déficit primário e a recomposição fiscal do país por meio de revisão de privilégios e cobrança de tributos.
Durigan reconheceu que o controle de gastos obrigatórios é um desafio a ser aprimorado pelo próximo governo e defendeu o arcabouço fiscal de 2023 como uma boa regra, apesar das excepcionalizações. O ministro enfatizou a importância de abordar a dívida pública, principalmente devido ao impacto da taxa de juros.
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