O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou nesta terça-feira (12) sua posição contrária à concessão de compensações financeiras ou indenizações ao setor produtivo em um eventual cenário de redução da jornada de trabalho. Ao classificar a medida como uma modernização necessária, o ministro descartou qualquer oneração aos cofres públicos para mitigar os custos de transição das empresas, mantendo a postura de que a mudança não deve implicar repasses financeiros do Estado.
O tema ganha tração no Congresso com a tramitação de propostas que visam extinguir a escala 6x1 em favor de uma jornada de 40 horas semanais. Enquanto o governo busca viabilizar a alteração, o setor produtivo manifesta preocupação com o aumento dos custos operacionais e a perda de competitividade. Paralelamente, parlamentares da oposição preparam questionamentos ao ministro em comissão especial, focando nos riscos de pressões inflacionárias e no possível aumento de preços ao consumidor final, mantendo o debate legislativo dividido entre a ampliação de direitos trabalhistas e a cautela com os impactos macroeconômicos.
Folha de São Paulo - Mercado • 12 mai, 19:15
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