Dario Durigan assume o Ministério da Fazenda enfrentando forte pressão fiscal, necessidade de equilibrar as contas públicas e desafios herdados da gestão anterior.
Dario Durigan assumiu o comando do Ministério da Fazenda em um contexto de intensa pressão fiscal e desafios orçamentários, herdando questões da gestão anterior. Entre as primeiras ações, o ministro realizou um bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, visando o cumprimento do arcabouço fiscal, embora analistas considerem a medida modesta. O cenário é agravado por uma crise de credibilidade fiscal, com dificuldades em atingir as metas e o crescimento da dívida pública.
Além do bloqueio, Durigan enfrenta a necessidade de implementar medidas emergenciais, como a criação de um subsídio de R$ 1,20 por litro para o diesel importado e um pacote para reduzir a inadimplência familiar. A possível redução da taxa de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 também pode impactar os gastos governamentais. Para simplificar o sistema tributário, o ministro propôs a automatização da declaração do Imposto de Renda, sem previsão de impacto nas receitas.
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