O gasto do governo geral no Brasil alcançou 46,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, marcando o maior nível em 16 anos. Essa deterioração foi impulsionada principalmente pelo aumento das despesas do governo federal, que subiram de 32,1% para 34,0% do PIB. A elevação das despesas com juros, atribuída à taxa Selic elevada, foi o principal fator para esse crescimento, embora parcialmente compensada pela redução do investimento líquido.
Enquanto os gastos cresciam, as receitas do governo geral permaneceram estáveis em 39,5% do PIB em 2025. A combinação de despesas crescentes e receitas estagnadas resultou em uma piora na necessidade líquida de financiamento do Brasil, que encerrou 2025 em 7,4% do PIB. A equipe econômica defende que o arcabouço fiscal e as medidas arrecadatórias estão em curso para corrigir os resultados fiscais.
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