Os rebeldes Houthis do Iêmen, aliados do Irã, lançaram mísseis contra Israel, gerando preocupações sobre a escalada do conflito e a segurança marítima no Mar Vermelho e Golfo de Áden.
Os rebeldes Houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, realizaram dois ataques com mísseis contra Israel, marcando sua primeira ofensiva direta no conflito. A ação levanta sérias preocupações sobre uma possível escalada da guerra no Oriente Médio e a segurança da navegação em rotas marítimas cruciais. Há temores de que os Houthis possam retomar ataques ao tráfego mercante no Mar Vermelho e no Golfo de Áden, como fizeram entre 2023 e 2025.
Uma interrupção no Estreito de Bab el-Mandeb, somada ao bloqueio em Ormuz, poderia afetar corredores marítimos estratégicos e o comércio global de petróleo e gás. A missão naval Aspides, liderada pela União Europeia, já alertou sobre o risco de ataques a navios internacionais, especialmente aqueles com ligações a Israel ou aos Estados Unidos. Analistas indicam que os mísseis contra Israel podem ser um aviso da intenção dos Houthis de uma participação mais ampla no conflito, incluindo a possibilidade de ataques a instalações petrolíferas, o que desestabilizaria a segurança marítima global e elevaria os preços do petróleo e os custos de frete.
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