A proposta do governo federal para subsidiar o diesel importado encontra resistência em alguns estados, mas o Ministério da Fazenda indica adesão relevante, em meio a preocupações com a alta do petróleo e investigações sobre preços abusivos.

Estados brasileiros estão divididos sobre a proposta do governo federal de subsidiar R$ 1,20 por litro de diesel importado. A medida, que visa reduzir o preço do combustível, prevê um custo total de R$ 3 bilhões, a ser dividido igualmente entre a União e os estados até 31 de maio. Enquanto estados governados pelo PT e aqueles com forte setor agrícola apoiam a iniciativa, unidades federativas como São Paulo e Distrito Federal, da oposição, manifestam forte resistência, citando falta de espaço orçamentário e incertezas jurídicas.
Apesar da divisão, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, informou que um número "relevante" de estados aceitou a proposta. A urgência da ação é destacada devido à dependência de importação de diesel e seus efeitos na produção rural e logística, especialmente diante da alta do petróleo e da guerra entre EUA e Irã. Paralelamente, a Polícia Federal deflagrou a operação "Vem Diesel" em 11 estados e no Distrito Federal para combater preços abusivos de combustíveis, com apoio da ANP e Secretaria Nacional do Consumidor.
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