A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da escala de trabalho 6x1, com redução da jornada, pode ser votada no plenário da Câmara dos Deputados em maio. A previsão foi feita pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que espera que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) conclua a análise da proposta até o início de abril. Motta defendeu que o assunto está acima de disputas políticas, pois beneficia a maioria dos trabalhadores.
O ministro Guilherme Boulos (PSOL) sinalizou que o governo pode apresentar um projeto de lei com urgência para tratar do tema, caso a tramitação da PEC não avance, criticando o ritmo das discussões. Um projeto de lei em regime de urgência imporia prazos de 45 dias para votação na Câmara e no Senado, travando a pauta se não houver deliberação. A medida é vista como um avanço para o trabalhador, sem perda de produtividade, embora a Confederação Nacional da Indústria (CNI) estime um aumento de custos de até R$ 267,2 bilhões anuais para as empresas, caso a jornada seja reduzida de 44 para 40 horas semanais.
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