A CPI do INSS está em contagem regressiva para seu término, marcada por desgastes com os três Poderes e investigações que envolveram figuras como Lulinha e o Banco Master.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS está em seus últimos dias, sem perspectivas de prorrogação por parte do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O período de investigações foi marcado por intensos atritos com o Judiciário e o Legislativo, decorrentes de apurações que envolveram desde Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, até o Banco Master e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
As investigações sobre o Banco Master, em particular, agravaram as tensões com o STF, mencionando os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Um mandado de segurança para estender a CPI por mais 120 dias aguarda decisão do ministro André Mendonça. Além disso, o ministro Flávio Dino solicitou esclarecimentos ao senador Carlos Viana, presidente da CPI, sobre emendas parlamentares destinadas a uma fundação ligada ao caso Master, enquanto vazamentos de documentos sensíveis também geraram conflitos internos e com a Polícia Federal.
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