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Trump considera ocupar ilha de Kharg para forçar Irã a abrir Ormuz

O governo Trump avalia planos para ocupar ou bloquear a ilha iraniana de Kharg, crucial para as exportações de petróleo, visando a reabertura do Estreito de Ormuz. Uma vice-secretária afirmou que os EUA podem "eliminar" a ilha a qualquer momento.

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Foto: G1 Mundo
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20/03 às 08:00 · atualizado 16:01

Pontos principais

  • O governo Trump avalia planos para ocupar ou bloquear a ilha de Kharg, no Irã, segundo o site Axios.
  • Uma vice-secretária do governo Trump afirmou que os EUA podem "eliminar" a Ilha de Kharg a qualquer momento.
  • A ilha de Kharg é responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo bruto do Irã.
  • O objetivo é pressionar o Irã a reabrir o Estreito de Ormuz, estratégico para o transporte de petróleo.
  • A ilha foi alvo de ataques aéreos dos EUA no último fim de semana, como um 'aviso'.

O governo do presidente Donald Trump está considerando planos para ocupar ou bloquear a ilha iraniana de Kharg, com o objetivo de forçar o Irã a reabrir o estratégico Estreito de Ormuz. A ilha de Kharg, localizada a aproximadamente 30 quilômetros da costa iraniana, é vital para a economia do Irã, sendo responsável por cerca de 90% de suas exportações de petróleo bruto. A Casa Branca avalia ocupar a ilha com tropas ou impor um bloqueio naval, o que dependeria da destruição de uma parcela maior da Marinha iraniana no Golfo Pérsico.

Em meio a essas tensões, uma vice-secretária do governo Trump declarou que os EUA podem "eliminar" a Ilha de Kharg a qualquer momento. Esta declaração segue uma reportagem do Axios sobre os planos de ocupação ou bloqueio. A inativação da ilha teria um impacto global significativo no mercado de petróleo. A ilha foi alvo de ataques aéreos dos EUA no último fim de semana, descritos como um 'aviso' e etapa preparatória para uma possível operação terrestre, atingindo alvos militares e poupando a infraestrutura petrolífera. Três unidades de fuzileiros navais estão a caminho do Oriente Médio, e o Pentágono considera enviar mais tropas, apesar de Trump ter afirmado que não enviará mais militares à região.

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