A economia argentina registrou um crescimento de 4,4% no PIB em 2025, marcando o primeiro avanço sob a gestão de Javier Milei, impulsionado por consumo, exportações e setores-chave.
A economia argentina registrou um crescimento de 4,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, o primeiro avanço sob a gestão do presidente Javier Milei, que assumiu em dezembro de 2023. Este resultado reverte a queda de 1,3% observada em 2024 e marca o primeiro crescimento anual do PIB desde 2022. O avanço foi impulsionado principalmente pelo consumo privado, que cresceu 7,9%, pelas exportações, com alta de 7,6%, e pela formação bruta de capital fixo, que expandiu 16,4%. Setores como agricultura e pecuária, mineração e extração de pedreiras, e serviços financeiros também contribuíram significativamente para o desempenho positivo.
Apesar do crescimento do PIB e da queda da inflação para 31,5% em 2025, o governo Milei ainda enfrenta desafios significativos. O consumo interno permanece fraco, impactado pelo ajuste fiscal, e o desemprego subiu para 7,5%, o maior nível desde a pandemia. Embora o governo tenha registrado superávit nas contas públicas em 2024 e 2025, a ausência de melhora consistente no emprego e no consumo limita o impacto positivo do resultado do PIB na percepção social. Economistas preveem um crescimento de 3,4% para o PIB da Argentina em 2026.
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