A inflação mensal na Argentina acelerou para 3,4% em março de 2026, marcando o maior nível em um ano e superando os 2,9% registrados em fevereiro. Apesar da aceleração mensal, a variação anual da inflação desacelerou ligeiramente para 32,6% em março, comparado aos 33,1% de fevereiro, conforme dados do Indec.
Os setores de Educação e Transportes foram os principais impulsionadores da alta inflacionária em março. O grupo Educação registrou um aumento de 12,1%, influenciado pelo início do ano letivo, enquanto Transportes avançou 4,1% devido aos reajustes nos preços de combustíveis, transporte público e passagens aéreas. Em meio a esse cenário, o governo Milei implementou um forte ajuste econômico, com medidas como a paralisação de obras federais e a retirada de subsídios. Os Estados Unidos, sob o governo de Donald Trump, anunciaram apoio financeiro à Argentina, incluindo um acordo de swap cambial de US$ 20 bilhões, para conter a instabilidade econômica e auxiliar nos esforços de estabilização da inflação e atração de investimentos.
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