A Argentina registrou uma desaceleração na sua taxa de inflação para 2,6% em abril, marcando a primeira queda após dez meses de aceleração contínua. Os dados, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), representam um ponto de inflexão importante para a gestão do presidente Javier Milei, que busca consolidar medidas de austeridade em meio a uma crise de custo de vida. O país vinha enfrentando pressões inflacionárias agravadas pelo choque nos preços do petróleo em março, o que torna o resultado de abril um sinal de alívio para a estabilização econômica de curto prazo. Embora o governo celebre o indicador como uma vitória política, analistas financeiros mantêm cautela, monitorando a volatilidade do cenário externo que continua a pressionar o mercado local e a agenda econômica do governo.
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