Presidente da CPMI do INSS critica Gilmar Mendes por liberar Leila Pereira
O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes de dispensar Leila Pereira de depor, pedindo uma reação do Congresso.
Pontos principais
- Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, expressou indignação com a decisão de Gilmar Mendes.
- A decisão do ministro liberou Leila Pereira de depor na comissão parlamentar de inquérito.
- Viana classificou a dispensa como um "precedente extremamente perigoso" que fragiliza o poder investigatório do Congresso.
- Ele argumentou que medidas judiciais estão limitando a atuação do Parlamento.
- O presidente da CPMI cobrou uma reação do Congresso para proteger as prerrogativas constitucionais.
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Carlos Viana, criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de dispensar a empresária Leila Pereira de depor. Viana classificou a medida como um "precedente extremamente perigoso" que enfraquece o poder investigatório do Congresso Nacional, argumentando que a dispensa de uma testemunha, que tem o dever legal de comparecer, é mais grave do que a de um investigado.
Segundo Viana, a decisão de Mendes representa uma limitação da atuação do Parlamento por meio de medidas judiciais. Ele cobrou uma reação do Congresso para proteger suas prerrogativas constitucionais e a autoridade do Poder Legislativo, enfatizando que, embora testemunhas possam exercer o direito ao silêncio, não podem ser dispensadas de comparecer.
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