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Gilmar Mendes leva caso de quebra de sigilos de Lulinha ao plenário do STF

O ministro Gilmar Mendes transferiu para o plenário físico do STF o julgamento sobre a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, interrompendo a análise virtual.

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Foto: InfoMoney
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13/03 às 15:03

Pontos principais

  • Gilmar Mendes pediu destaque no julgamento da quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).
  • O pedido de destaque move o caso do plenário virtual para o plenário físico do STF, sem data definida para pauta.
  • O ministro Flávio Dino votou pela manutenção de sua decisão que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS.
  • A CPMI do INSS recorreu da decisão de Dino, que estendeu a suspensão de sigilos para outros requerimentos, incluindo o de Lulinha.
  • Dados de Lulinha já haviam sido entregues à CPMI, mas a decisão de Dino impede seu uso no relatório final.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou destaque no julgamento que trata da quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Com o pedido, o caso será analisado no plenário físico da Corte, e não mais no plenário virtual, sem data definida para a pauta. A decisão de Mendes ocorre após o ministro Flávio Dino, relator do caso, votar pela manutenção de sua própria decisão que suspendeu as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS.

Flávio Dino havia inicialmente suspendido a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger e, posteriormente, estendeu os efeitos dessa decisão para outros requerimentos da CPMI, incluindo o de Lulinha. A CPMI do INSS recorreu da extensão, argumentando que Dino não poderia ter ampliado o alcance do mandado de segurança. Embora dados de Lulinha já tivessem sido entregues à CPMI, a decisão de Dino impede seu uso no relatório final. O julgamento no plenário físico permitirá uma discussão mais aprofundada sobre a legalidade da suspensão dos sigilos.

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